Elane Souza DCJ Advocacia, Advogado

Elane Souza DCJ Advocacia

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Apaixonada pela Justiça, JUSTA!
Advogada há mais de 14 anos; colou grau em Direito no ano de 2003 pela UNIC - Cuiabá - BR;
Em 2004 realizou o Exame da OAB e obteve aprovação;

Meados de maio de 2007 foi viver em Lisboa, por questões pessoais, e só retornou no ano de 2011;

Hoje raramente advoga, dedica-se mais a redação de artigos e parte do tempo divulga seus Blogs – acredita que a Advocacia não é bem sua vocação apesar de

apaixonada pelo Direito, mas por não se fiar muito na Justiça Brasileira prefere escrever.

Áreas de maior envolvimento são: D.Humanos, Direito de Família, Penal, Criminologia e Medicina Legal.

Tudo que escreve publica em seus Blogs:

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Divulgando Direitos: https://divulgandodireitos.com e

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Elane Souza DCJ Advocacia, Advogado
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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 14 horas
Gostei:

"9º - Casais que não vivem juntos antes do casamento se entusiasmam mais antes de compartilhar o mesmo espaço e são menos propensos ao divórcio nos primeiros 10-15 anos;"

Se a gente abre a boca pra dizer isso numa roda de amigos, passamos a impressão de que a tataravó de alguém saiu do túmulo e se pôs a falar. Mas, o caso é que o namoro é uma etapa essencial do casamento. E ele só é possível antes da vida em comum. É a velha história da casa fincada na rocha. Tudo na vida, para se sustentar precisa de um bom alicerce. Os jovens precisam curtir o namoro. Cada um em seu canto. Existem casais de namorados que vivem juntos e são felizes? Lógico que sim. Mas no fim, por alguma razão, acabam um dia se casando com outras pessoas. E isso eu já cansei de testemunhar no meu próprio ciclo social.

Já o item 18º deve ser dito com cautela. Ele não se aplica à camada mais baixa da população, e, portanto, num país de desigualdades sociais enormes, é dizer que ele não se aplica à maioria dos casais. Somente solteiros de poder aquisitivo privilegiado gasta muito com a vida de solteiro. Além das baladas, têm os mochilões pelo mundo e outras viagens não tão "mochilões" assim, e a prática de esportes caros, manutenção de carros possantes, cursos e mais cursos, inclusive no exterior, e por aí vai. Ao se casarem, o próprio estilo de vida imposto pelo casamento é mais parcimonioso, vêm os filhos e o casal ficará mais quieto. E pra quem é rico, conta de água, luz, escola de menino, vestuário, feira e todos os etc que compõem o sustento das necessidades básicas da vida, é café pequeno. Mesmo sendo com tudo do bom e do melhor, ainda não faz nem cócegas no bolso de quem levava aqueeeele estilo de vida na solteirice. Então, realmente, esse pessoal gastará muito menos estando casado.

Para os mortais, no entanto, cuja vida de solteiro se limitava a passar os domingos no sofá da mãe assistindo Faustão e "balada" era ir pro botequim da esquina tomar cachaça e comer torresmo a tarde toda de sábado, e "esporte" era a pelada na quadra da prefeitura (de graça) então, meu amigo, se prepare se for casar. O mesmo pras moçoilas. O gasto da vida de solteira era ir no salão esticar o cabelo e fazer as unhas. E ficar pronta pra entrar na boate às 21h pra entrar no horário do "mulher não paga" e passar a noite toda desfilando com um copo de coca fervendo, esperando algum rapaz pagar um "drink" decente. Esse pessoal, ao casar, vai gastar muito mesmo. A vida de casado é cara pra essa turma, que aliás, é a maioria.
Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · anteontem
Concordo com absolutamente tudo e aqui mesmo no Jusbrasil, há algum tempo, em outro post sobre o mesmo tema, joguei meu "textão" no comentário, basicamente falando exatamente o que aqui é apresentado. Ainda dei o exemplo do asilo de idosos. Se é permitido um local específico para idosos, assim como para crianças, como creches e restaurantes com área de lazer para crianças, o oposto também tem que ser permitido: locais específicos para adultos. O problema, como dito, não são as crianças. São os adultos. Esses sim, querem tudo. E não querem o ônus de terem crianças: adaptarem suas próprias vidas às necessidades especiais de seus pequenos. Querem porque querem ir onde der na telha e que os outros os engula com sua pequena "bagagem". E olha, nem precisaria o dono proibir. Pai e mãe com bom senso não levam crianças a locais não adaptados para elas. Mas não, preferem matar o pequeno de tédio, num local sem nenhum atrativo para ele, só pra poder ir onde é bom só para eles: os adultos. Ora essa. Quem tem cachorro está acostumado a escolher o hotel que aceite cães e a deixar de ir naquele outro bacana, mas que não recebem o aumigo, por assim dizer. Se a pessoa com cachorro assume as limitações da vida em troca de ter seu animalzinho, porque, pelo amor de Deus, não podem fazer o mesmo sacrifício por uma criança? O povo quer, e quer tudo, e tudo agora, e ao mesmo tempo. Perdeu-se a noção de prioridades nessa vida. Tudo parece urgente e caso de polícia. Falta de educação, pura e simples. E não da criança que chora ou rabisca. Essa está em processo de educação (ou deveria estar). Falta de educação dos adultos mesmo. Que são piores que crianças birrentas.

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