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30 de Outubro de 2020

Mediação e Arbitragem: o futuro das demandas e resolução de conflitos já chegou faz tempo

Infelizmente, e só agora, com esta Pandemia é que parcela dos profissionais do Direito se deram conta que os modelos de resolução de conflitos acima são o futuro; até nossa "vizinhança" (Argentina, por exemplo) e quase todos os países da Europa e os Estados Unidos da América (EUA) passaram na frente faz tempo, e nós aqui "pagando" de desavisados!

Elane Souza DCJ Advocacia, Advogado
há 5 meses

Este texto não é um artigo comum, tampouco um texto, é apenas uma introdução à postagem de uma entrevista realizada, via videoconferência (pelo Zoom), com o Dr. Marcondes Souto, um excelente profissional da Área da Mediação e Arbitragem, atuante no Recife- Pernambuco.

Convido todos os que passarem por aqui a assistir o vídeo que será anexado no final desta introdução porque é nele que você terá todas as informações acerca do tema Arbitragem.

Vale lembrar, em especial para os colegas do Direito, que a Arbitragem e a Mediação não tiram o Advogado do meio, ele é necessário, na Arbitragem é imprescindível, então não há nada com que se preocupar em perder cliente; por isso, sempre reafirmo aos Advogados que uma 'coisa' não exclui a outra!

Acreditem, vale a pena aconselhar seu cliente a resolver um conflito que chegar até você em uma Câmara - tudo mais rápido e o custo então, nem se fala (em comparação com a Justiça Estatal)..., lembrando, ainda, que é você e a outra parte, quem escolhe a Câmara; na Comum, na Estatal, não há escolha, a sua causa "cairá" na mão de qualquer Juiz da área - imagine que ele tenha suas convicções, mais para um lado que para o outro (e este outro, não seja o seu lado?).

Pois é, pensem nisso! Na Arbitragem, tanto quando há Contrato prévio, como em um fato ou caso aleatório (onde não há contrato), são as partes que escolhem a Câmara e o Árbitro.

JUSTIÇA COMUM: Imagine que, além de demorar anos para resolver um conflito, você pode ganhar e não levar, pois a pessoa 'devedora', em alguns casos, terá perdido tudo ou até ter falecido; assim, não haverá mais nada a ser penhorado. Na Arbitragem é tudo mais rápido, simples, menos stress e o custo, ahh, o custo, este é bem menor que o da Estatal!

No final das contas a Arbitragem e a Mediação fazem parte do futuro na Advocacia - quem gosta de brigar, a todo custo, por uma causa, vai ficar para trás - LEMBREM-SE DISSO e avante, aprender é sempre importante!

Infelizmente foi o #Corona (#Covid19) que veio para fazer com que nós nos atentássemos mais para isso do futuro da tecnologia na resolução de um conflito, e a Arbitragem, tanto quanto à Mediação podem ser realizadas via videoconferência; só em alguns casos é que você necessitará de uma homologação judicial, um Parecer Ministerial (MP) ou passar pelo crivo Judicial (estatal), mas é raro.

Nada será como antes, o Brasil é que está para trás há algum tempo nesse tipo de Justiça; até nosso vizinho, Argentina, e a maioria dos países Europeus, e os EUA já se utilizam da Arbitragem e a Mediação; nós, brasileiros, todavia é que estamos aqui, meio que estagnados, apesar de a Lei de Arbitragem (a oficial) ser de 1996 (Lei 9.307/1996), e a de Mediação (13.140/2015).

Entretanto, atentos ao vídeo, pois o Dr. Marcondes é fera no Assunto (em ambos)! Quem é da área jurídica, atua como Advogado, não pode perder essa oportunidade de Conhecer, mais a fundo, a Arbitragem, e quem não é do Direito pode se interessar pela área e tornar-se também um Mediador ou Árbitro ("quase nada", impede)!

Grata estou por este presente (a presença e conhecimento) que o Dr. Marcondes Souto ofertou ao nosso canal Advogada Elane Souza - Diário de Conteúdo Jurídico.

Para maiores informações sobre resolução de conflitos, via Mediação ou Arbitragem, você encontra em CMARB, diretamente com o próprio Árbitro Jurídico Marcondes Souto.

Por Elane Souza, Advogada Colaborativa e Mediadora no site Mediar é Legal

Imagem: Pixabay grátis de Mohamed Hassan editada por Elane Souza

A SEGUIR, O RESULTADO DA VÍDEOCONFERÊNCIA

2 Comentários

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A cultura do litígio ainda é muito presente na sociedade. A esperança é que os métodos alternativos de resolução de conflitos, de fato, possam ser cada vez mais utilizados, pois como bem explanou no excelente texto, eles são mais proveitosos que a vagarosa Justiça Comum e seus desdobramentos.

Parabéns pelo artigo! continuar lendo

Obrigada, Dr. Filipe;
Nem considero o texto como um artigo, é mais uma introdução à uma videoconferência que realizei, estilo entrevista, com um Árbitro Jurídico aqui do Recife.

Ele é especialista no assunto, deu um presente ao meu canal "dando" a referida entrevista para mim e os seguidores do canal....., no final, inclusive, respondeu a perguntas de alguns participantes da live que foi realizada pelo ZOOM.

Grata por ler, abraço e sucesso para ti. continuar lendo