jusbrasil.com.br
21 de Setembro de 2019

O que fez você escolher o Direito em meio a tantas outras belas áreas?

As várias profissões dentro de uma mesma área é o motivador de muita gente! Um enfermeiro ou Gastrônomo nunca poderão ser mais que isso dentro do curso que escolheram!

Elane Souza DCJ Advocacia, Advogado
há 2 meses

Você já pensou no porquê de ter escolhido o Bacharelado em Direito (ou Licenciatura, como se diz em diversos países europeus e africanos)?

Alguma profissão em concreto, dentre o rol de mais de 15 específicas, para profissionais da área? Ou foi apenas incentivado, meio que obrigado pelos pais; quiçá uma paixão ou status - que me diz?

De antemão, talvez como incentivo, apresento o meu depoimento:

Fiz Direito porque não podia fazer Arte Culinária, Gastronomia ou Psicologia e mesmo assim candidatar-me ao posto de Delegada Federal ou Estadual em um Concurso Público (era sonho, já não); entretanto, só fui estudar tarde - falo isso porque um dos requisitos para ser Delegado é ter saúde física e mental perfeitas, quando me formasse já teria, no mínimo, 34 anos!

Entrei na Faculdade com 29 anos, estava em forma (fazia Karatê estilo Shotokan todos os dias), mas tive que passar a trabalhar em dois períodos e em cidades distintas (região metropolitana de Cuiabá-MT), depois, no final do dia, retornava ao ponto (quase de princípio) para estar na Universidade de período noturno. Assim, o Karatê ficou só para o final de semana!

Eram muitas atividades, muita correria de um lado para outro; por isso demorei 6 (seis) anos para me formar em um curso de 5 (cinco) anos, e "nas coxas"!

Por essas e outras, digo sempre: todo mundo pode sair com um diploma de Direito; apenas frequente as aulas, tire uma nota medíocre (a mínima para passar) e faça um estágio ainda mais medíocre (no último caso a mediocridade atinge mais os que não gostam de trabalhar de graça, ou quase de graça); coisa que tenho orgulho afirmar: o meu estágio foi fantástico, não ganhei um tostão, ainda investi gasolina e vale transporte com algum cliente, mas valeu a pena!

Infelizmente, só nos dois últimos anos é que me dei conta (e consegui) entregar algo bom - o estágio e uma Monografia 'top' (hoje TCC) - nota 9,5 com uma apresentação razoavelmente boa! Naquele tempo eu temia mais falar em público que ir a uma guerra, por isso a nota não foi 10 (dez)!

Durante o estágio sempre fui elogiada pelos clientes e professores, talvez porque chegou o tempo de 'criar vergonha na cara', de dar o melhor de mim e ainda fazer um bom trabalho em benefício dos que necessitavam!

O estágio era na própria Faculdade, mas muito intenso - os clientes passavam por uma triagem, com Assistentes Sociais da própria Instituição, e após isso nós os recebíamos.

Somente pessoas SEM recursos eram atendidas pelo grupo de estagiários do dia; no entanto, todo dia útil tinha atendimento - às vezes, a própria Justiça enviava solicitação de Defesa gratuita para a Faculdade e aí nos tocava defender alguém que já estava preso e não tinha Advogado constituído!

Quando falo de mim, que fiz Direito "nas coxas", logo me recordo de alguns "filhinhos de papais", que também estudavam na mesma que eu (paga), e, apesar de terem feito o secundário em boas escolas não havia conseguido passar na Federal, para o curso em questão, e acabavam pagando* para estudar!

*Coisa que devia ser comum pois o pobre faz o secundário em escolas municipais ou estaduais, geralmente sucateadas, com professores mal pagos com pouco entusiasmo; daí o destino, se quiser fazer curso superior, quase sempre é pagando e, com sorte, ou pobreza extrema, ganhando bolsa - com o rico é o contrário: pai paga boas escolas quando criança e adolescente, no futuro o já jovem, acaba indo parar em uma Federal, e sem pagar nada (inversão que tem que acabar)!

Muitos daqueles se tornaram "Bacharéis de barzinho*", coisa que levanto a mão aos céus e digo: nunca fui; só fui àquela aluna frequente, mas cansada por causa dos dois empregos, além de dispersa - "voava" e até dormia durante algumas aulas!

Lamentavelmente, não dava para ser diferente, a Faculdade era paga (e por mim, sozinha)! Saísse de um dos empregos (para estar menos cansada) não sobraria dinheiro para seguir estudando, o jeito foi continuar, durante muito tempo, medíocre, uma das piores da sala!

*Na época (1998/99/2000), no meu Estado, toda Faculdade tinha barzinhos ou lanchonetes, na frente - alguns alunos passavam o horário de aula dentro deles, jogando sinuca, canastra, tomando algo, fumando, namorando ou tudo isso junto; esses são os que "nomeio", "Bacharéis de Barzinho"!

Mas, no final das contas, fui feliz! Consegui o Diploma que tanto queria para fazer os Concursos de Delegada que aparecesse; mal sabia, em minha ignorância passada, que ninguém aprova (mesmo naquele tempo) sem saber nada, só com um Diploma nas mãos!

O que fiz foi ir à fundo em mais dois cursos pagos: um para Delegada do Distrito Federal (com todas as matérias, mas direcionado) e outro para OAB, também direcionado! Não me sobrava dinheiro nem para as calçolas, afinal ainda tinha que pagar academia, onde fazia Karatê (algumas horas), sexta e sábado!

Foi durante àqueles 'cursinhos' intensivos que aprendi tudo o que devia ter aprendido na Faculdade - lá descobri que estava "crua", não sabia absolutamente nada; a sorte que tive é que nesses cursinhos os demais alunos se comportavam como se estivessem em uma olimpíada - cada um queria saber mais que o outro e demonstrar! Acabei fazendo o mesmo e saí na frente de muitos!

Só por causa desses cursos fui capaz de passar na OAB de primeira - não muito de primeira porque perdi a segunda fase do primeiro Exame. Remarcaram a data da segunda fase para a mesma data da prova de Delegado de Polícia do DF, que era minha prioridade (mesmo dia, mesma hora e mais de 1.000 quilômetros de distância)! Os infelizes da OAB, que remarcaram, sequer me deram o privilégio de fazer só a segunda fase (no próximo exame), muito menos me deixar isenta para fazer uma segunda vez, afinal a culpa foi deles, que remarcaram - me DEVIAM isso!

Fui ao DF, obtive nota de aprovação, mas sem possibilidade de ser chamada para segunda fase! Voltei para Cuiabá (com certa frustração), e decidi estudar tudo de novo para OAB. Consegui aprovação na primeira e segunda fase e acabei virando Advogada em 2004; também era (e é) a principal profissão do Direito, que por acaso aprecio muito, e já havia comprovado ser uma boa profissional durante o estágio - os clientes adoravam meu trabalho, meu atendimento e a minha disposição em ajudar.

O tempo passou e eu Advogando e fazendo concursos; um "belo dia" fraturei o joelho no Karatê e ele nunca mais foi o mesmo; parei com o esporte e com qualquer atividade física e virei sedentária! Um tempo depois, fazendo caminhada no parque, forcei na abdominal (chão de cimento puro) e acabei descobrindo que meu Cóccix estava quebrado há muito tempo e eu sequer sabia; assim que, Delegada não seria mais!

Enfim, minha carreira profissional se resumiu em Advogar alguns anos e fazer concursos para certas áreas do Direito (as de nível Superior/SUPERIOR - de início Delegada, logo depois Procuradora de Estado e Federal, Defensora Pública e Juíza); em alguns aprovei nas primeiras fazes e reprovei nas demais; outras, sequer passei na primeira!

Desses 15 (quinze) anos como Advogada, 5 (cinco) anos estive fora, em outro país, e um pouco 'fora do ar' - apesar de ter feito um Mestrado na Lusófona de Lisboa, e trabalhado em coisas nada a ver com o Direito, pude ser muito feliz - aproveitei cada momento que tinha para conhecer grande parte do Continente Europeu, coisa que jamais imaginaria (nem em meus melhores sonhos)!

Fui feliz ao meu modo - não mudaria nada, a não ser ter me tocado antes que a Filosofia é o melhor dos mundos!

- Ah, mas isso não dá dinheiro! Você iria viver do que? Ser Professora de secundário, mal paga e ainda sofrer bulliyng e ameça de alunos e pais para aprovar o "filhote"?

Porque, verdade seja dita: ninguém acha que Filosofia vale nada, e sendo assim, os pais creem que os filhos precisam ser aprovados, mesmo que não tenham competência para tanto!

BEM, mas mal pagos, a maioria de nós, Advogados, ultimamente, também somos; Filosofia seria apenas se eu não precisasse de dinheiro para viver como vivo e ter o que tenho!

Atualmente não advogo, mas ainda dou algumas Consultorias via Skype (remuneradas, que fique claro), administro meus Blogs que é um meio para produção de conteúdo para afiliados e trabalho com Marketing de afiliados! Ainda ganho pouco, mas não precisar sair de casa já é um luxo!

Por Elane F. de Souza - Advogada, Blogueira , administradora da fã page de Diário de conteúdo Jurídico e criadora e adm. do canal no youtube AQUI, DCJ

Imagem/créditos: Pixabay com edição Elane Souza DCJ

*Conheçam o MONOGRAFICS, o orientador de TCC que segura você pela mão em destino a uma Monografia de sucesso!

Mais artigos desta página:

https://diariodeconteudojuridico.jusbrasil.com.br/noticias/726771668/filha-ou-criada-mulher-ganha-indenizacao-milionaria-de-família-queacriou

https://diariodeconteudojuridico.jusbrasil.com.br/noticias/708099974/bolsonaro-modifica-lei-maria-da-penha-para-melhor

5 Comentários

Faça um comentário construtivo para esse documento.

Não use muitas letras maiúsculas, isso denota "GRITAR" ;)

Sua jornada é muito interessante. Diferente da minha, mas igual a de muita gente que eu conheço. Não é raro a pessoa decidir estudar Direito já tarde. Na minha turma tinha muita gente que já estava engrenada em outras carreiras e ainda assim, decidiram fazer o curso de Direito. Eu, de minha parte, aos 14/15 anos estava na escolha de alguma ciência gerencial, como Administração de Empresas e afins. Talvez por ser filha de contador, eu achasse que me identificava nessas áreas. Mas depois de ter feito N testes vocacionais e todos eles, entre os 13 e os 18 anos, indicando Direito como sendo minha vocação, na hora do "vamo ver" pra fazer inscrição de vestibular, decidi não brincar com o destino (rsrs). Então fiz Direito. Mas não tão Direito. Sem nenhuma vontade de ser CDF e trabalhando durante o dia (o curso era noturno), minhas notas eram medíocres mesmo. Mas uma vez meu professor de Processo Penal, Dr. Ernane Freire Cardoso, renomado promotor de justiça e professor, me disse para não me preocupar, pois raramente os melhores advogados eram aqueles que na faculdade tinham as melhores notas. Não sei bem de onde ele tirou isso, mas asseguro que de fato, nota de faculdade não determina sucesso profissional. Por pouco não fui uma bacharel de barzinho! Eu ia em todas as farras com os colegas. Mas nem por isso me formei mal. Mesmo não sendo CDF e sendo festeira, e trabalhando e realizando outras coisas, como aulas de inglês, capoeira, natação, etc, eu sempre tive vocação para compreensão do Direito e as aulas ficaram gravadas na minha essência. Até hoje me lembro das aulas. Sim, as aulas de cursinho me ajudaram com a prova da OAB, mas a minha base é a UNIVERSIDADE e não tenho a menor dúvida disso. Quando vou citar algum professor, alguma teoria, algum princípio, o que me vem à mente são os bancos da Universidade e não do "cursinho". O cursinho é algo técnico. Nos ajuda muito na prática, e na metodologia de pensamento para encarar uma prova. Mas o conhecimento científico universal, esse, somente a universidade, como o próprio nome diz, te dá. Quem perdeu isso, infelizmente, perdeu tudo. E observando a falta de cognição para o pensamento científico dos colegas (alguns), vejo que muita gente fez Direito "errado". Lamentável. Por tudo isso, hoje, instada a pensar sobre o que me fez escolher Direito dentre tantas outras áreas, posso dizer sem medo de errar: VOCAÇÃO. continuar lendo

Bom dia Dra. Christina
É sempre muito bom ler teus comentários, desta feita não é diferente!
Obrigada.
Eu disse que tudo que aprendi foi em Cursinho porque naquele tempo (pelo menos, naquele tempo) era diferente; os professores da minha faculdade não estavam nem aí e nós também não; (quando o aluno não era como eu fui, eram de 'barzinho'!)

O que me fez abrir os olhos para pegar livro e estudar de verdade foram os cursinhos. Fiz o primeiro intensivo para Delegado do DF em 2004 (creio eu) com mais de 400 horas (superior a alguns mestrados) de domingo a domingo (6 meses); da mesma forma, antes e durante o curso para OAB (tudo muito intensivo e parecia competitivo - adoro competir). kkk.

A escola de cursinho era a melhor do Estado e estava vinculada ao Instituto LFG, que antes tinha outro nome, creio que era ILFG - via satélite (Telepresenciais), ao vivo - um dos primeiros cursos assim (com telão); às vezes o sol passava em frente do satélite (raramente) aí parava as aulas que seriam continuadas em SP e depois disponibilizadas para nós, como gravadas, para não perdermos nada.

Com esse tipo de curso, os professores como Luiz Flávio Gomes, Fernanda Marinela, Pablo Stolze, Fredie Didier, Alexandre Mazza, o Ex-Procurador da República e ex-Governador do Estado de MT também era do LFG (Pedro Taques - como professor de Constitucional e Penal é fantástico); além de Pedro Lenza, João Aguirre; o Espetacular e gracioso Eduardo Sabagg de tributário; Rogério Sanchês Promotor, para mim,na época ainda um menino lindo, baixinho e talentoso; Sílvio Venosa, Rogério Grecco, e tantos outros renomes nos ministravam aulas Telepresenciais e para Delegado de MT (quando teve e também fiz) foram pessoalmente à cidade, durante dias, para ministrar aulas
direcionadas (ninguém perdia) - esses e outros acabaram virando celebridades do Direito; graças aos
Telepresenciais que estão acabando ou acabaram, e depois os online.

Certeza que todos estão ricos; mas graças a eles pessoas como eu aprendeu Direito (bem DIREITO),o que a Universidade e muitos de nós mesmos deixamos a desejar!

Esses professores eram a maioria de SP, RJ, MG, BA e outros grandes Estados.
Ele, Luiz Flávio Gomes, acabou montando essa rede via satélite em todo o Brasil; as salas eram lotadas, em todos os horários e o povo dava tudo de si, inclusive nos domingos.

Tenho até 3 Diplomas como cursos livres de cada um que fiz assim - NENHUM desses cursos tem menos de 300 horas (que realmente foram feitas, estive presente e PRESENTE - não dormia, tampouco voava como na Faculdade).

Por isso afirmo: para mim os cursinhos, melhor dizer, "CURSÕES", foram essenciais em minha formação! Já vi um caso de um rapaz que fez o Exame da Ordem, só estudando em casa e passou - acabou esfregando isso na cara dos que fazem Direito em Universidade e demoram anos para passar.

Direito qualquer um faz e aprova; ser bom profissional e/ou passar em concursos de alto nível é outra coisa! continuar lendo

@diariodeconteudojuridico

Dra Elane, boa tarde! Então, eu conheço bem o valor do cursinho. Eu também fiz vários, em excelentes escolas presenciais, como A. Carvalho e Praetorium, ambos bem tradicionais e renomados na BH em fins dos anos 90, q foi qdo fiz. Já na década de 2000 e atuando na advocacia há anos, fiz outro, como reforço para me ajudar em significativas alterações legislativas à época, especialmente o Código Civil. Esse eu fiz à distância, já na minha cidade, pelo Damásio. Todos foram muito intensos. E confesso que direito tributário eu só fui aprender alguma coisa de verdade com o prof. do Damásio. Nem de longe eu quero desmerecer os cursinhos. Eles também me ajudaram a passar na OAB e fazem parte de minha formação profissional. Mas no quesito formação acadêmica em si, a universidade é insubstituível e quem não pôde aproveitá-la, ou porque não se importou, ou porque os professores não se importaram, infelizmente perdeu algo essencial da visão científica. E essa perda pode ser irreparável, a menos que a pessoa consiga em algum momento conscientizar-se dessa perda e tente como auto didata, repará-la.

Introdução ao Estudo do Direito, Teoria Geral do Estado, Direito Romano, Filosofia do Direito, e outras matérias do início do curso são a base da ciência jurídica, como ciência. São nessas disciplinas introdutórias que formamos algo que irá nos revelar o Direito para o resto da vida. Com essa base, podemos compreender os princípios de quaisquer ciências. Assistindo ao seriado The Big Bang Theory, compreendi princípios da Física que na época do segundo grau não entravam em minha cabeça de jeito nenhum. E eu sei que é a base científica da minha própria formação acadêmica que me permite hoje enxergar um universo de conhecimento que sem ela eu jamais enxergaria. Quanto aos meu professores, bem, pouco ou nada a reclamar. Alguns eram lentos e não concluíam o cronograma. Outros tinham notória dificuldade didática para ensinar. Mas todos eles eram comprometidos e sérios. E isso no fim, foi o mais importante, porque eu posso assegurar que saí da faculdade cientista jurídica. Graças à Deus! continuar lendo

Sem comentários. Sua trajetória foi, sem dúvida nenhuma, de lutas em busca da realização de seu ideal.
Extremante gratificante ler e aprender com sua trajetória que tudo é possível, ainda que, as lutas e frustrações nos falem o contrário. Sei apenas, e posso afirmar, que escolhi "Direito", e ainda que possa parecer que eu não tenha vocação, escolhi a área por ter dentro de mim aquele senso de busca pela justiça e pela verdade. Sei que, apesar de já ser um homem "maduro", ainda estou a trilhar os primeiros passos no pleno conhecimento dessa fascinante área do conhecimento humano. Resta-me, apenas repetir os pensamentos de alguns doutrinadores que nos inspiram a continuar a busca por nossa realização profissional e acadêmica. Talvez, um dos quais, pretensiosamente, ouso citar e que muitos até rirão é exatamente Sócrates, "Só sei que tudo que sei é que nada sei". E esta frase não é para revelar mediocridade, mas humildade e para arrematar, cito a frase de um outro doutrinador, que li em Direito Penal, do qual já não me lembro mais o nome. Dizia, ele: em apertada síntese, ouso tentar repetir o sentido da frase. Que tendo o direito o caráter fragmentário e amplo, a busca pelo pleno conhecimento se dará ao longo do tempo. O que, aliás, segundo meu singelo juízo traduz, de certa forma, a Teoria do Conhecimento. Nisto firmo o meu desejo em continuar pela busca do meu ideal, ainda que tudo possa parecer conspirar contra. continuar lendo

Olá Dr. Nilton Lima, tudo bem?
Obrigada por compartilhar seu ponto de vista via comentário/depoimento!
Valeu muito ler e saber dos ideias e lutas de mais um colega!
Grande abraço - sucesso para ti; vai conseguir porque parece ser um batalhador!
Att. Elane continuar lendo